POR QUE SONHAMOS?

 

 

INCONSCIENTE

POR QUE SONHAMOS?

Introdução

Para Yung, os sonhos auxiliam a entender o rumo de nosso inconsciente, conforme explica Freitas (2001). Para o estudioso, o contexto de vida da pessoa está intrinsecamente ligado aos sonhos.

A pesquisadora em seu artigo também cita Freud que entende o sonho como um meio para comunicar o que acontece no inconsciente do indivíduo.

Achados Científicos

Experiências neurofisiológicas constataram que o fato de não dormir é menos prejudicial do que não sonhar.

Quando a pessoa é privada dos sonhos, podem surgir estados psicóticos.

Processo

Um indivíduo saudável percorre os cinco estágios do sono de 5 a 6 vezes durante a noite e é no Sono REM – 5º estágio – onde 95% dos sonhos acontecem.

A lógica onírica faz sentido enquanto sonhamos, mas quando acordamos tudo fica desconexo com relação à maioria dos sonhos.

Heyneman, psicólogo americano orienta a focarmos a atenção nos sentimentos que extraímos dos sonhos, muito mais do que nas imagens. O professor complementa: “…as emoções oníricas estão mais sintonizadas com a realidade das emoções durante a vigília…”.

Conclusões

A linguagem onírica contém elementos que favorecem a construção individual e social da história do indivíduo e atua nas três dimensões (passado, presente e futuro), de acordo com Rocha (2010).

Entendemos que o sonho é uma função vital do organismo que contribui na manutenção da saúde psíquica do mesmo.

O sonhador acorda com infinitas possibilidades de criar. A liberdade do universo onírico permite à pessoa vislumbrar soluções diversas para um mesmo problema – e não é esse o papel da Criatividade?

Nossos sonhos representam nosso espaço interior criativo, portanto cuide de seus sonhos, construa um diário sobre eles, mas não se impressione com o conteúdo. Fique atento às emoções que deixam gravadas e escute a intuição durante a vigília.

Esse é o caminho para acolher seus sonhos e avançar no autoconhecimento.

Por isso, sonhe e muito!

Saudações,

 

Rosana Rocha – editora

 

Referências

 

REIMÃO, Rubens. Sono, Avanços em Medicina do Sono. 1ª edição. São Paulo: Associação Paulista de Medicina e Zeppelini Editorial, 2001. 446 p.

HEYNEMAN, Nicholas. Sonhos e Relacionamentos. Descubra como usar os sonhos para melhorar suas relações pessoais. São Paulo: Publifolha, 2004. 144p.

ROCHA, Rosana. Insônia. Palestra na Associação Paulista de Medicina. São Paulo. 2010.

 

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